LISBOA
Lisboa, cidade de contrastes, onde a cultura toma posse e o moderno se mescla com o antigo.
RECOMENDAÇÕES DE LOCAIS A VISITAR
Relembramos que qualquer tour é adaptável ao seu ritmo e preferências.
Mosteiro dos Jerónimos e Fábrica dos Pastéis de Belém
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Mosteiro do Séc. XV, o epítome da arquitetura manuelina e uma das principais igrejas salão da europa, é património Mundial da UNESCO. É também um panteão e é, com a extinção das ordens religiosas, que se dá a criação da Fábrica de Pastéis de Belém pois é dos monges do Mosteiro Jeromita que sai a receita dos pastéis, vendidos numa pequena loja de uma refinaria de cana de açúcar nas imediações do Mosteiro.
Torre de Belém
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Fortificação defensiva da barra do Tejo datada do Séc. XVI que substituiu uma nau artilhada na mesma área. Formava um triângulo defensivo junto com a Cidadela de Cascais e o Forte da Caparica e, ao longo da história, foi perdendo importância, tendo sido inclusive prisão política nos reinados de Filipe II e João IV.
Padrão dos Descobrimentos
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Foi erigido para a Exposição do Mundo Português, em 1940, para homenagear as figuras envolvidas nos Descobrimentos. É inspirado numa caravela estilizada com três grandes velas e possui ainda uma rosa dos ventos de 50 metros de diâmetro com um planisfério no seu interior.
Cristo Rei
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Com 110 metros de altura, é inspirado no Cristo Redentor do Rio de Janeiro e foi construído entre 1949 e 1959. É um excelente miradouro de Lisboa e da Ponte 25 de Abril.
Jardim da Estrela e Basílica da Estrela
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O Jardim da Estrela é do Séc. XIX, construído num estilo tipicamente inglês, romântico. Chegou a ter um leão numa jaula nos anos 70 do Séc. XIX. Hoje um dos pontos de maior interesse é o coreto na zona central que saiu do passeio público de Lisboa para o jardim em 1936. Uma das saídas do jardim é frente à Basílica da Estrela, igreja convento de onde sobressai uma cúpula assinalável. Estrutura do Séc. XVIII em estilo barroco e neoclássico
Chiado
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O Chiado torna-se no Séc. XIX o centro do Romantismo Português com a criação do Grémio Literário de Lisboa. Na década de 90 foi totalmente reconstruído devido a um incêndio nos armazéns Grandella que se espalhou para boa parte dos edifícios adjacentes. Hoje, é um bairro extremamente cosmopolita.
Baixa Lisboeta
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Reconstruída após o Terremoto de 1755, incorporou uma série de novidades para a época, sendo um dos primeiros exemplos de construção antissísmica, possuindo uma rede de saneamento e poços para combate a incêndios em cada quarteirão. O centro da Baixa é a Rua Augusta, a partir do qual ela se expande em direção a Alfama, Rossio e Bairro Alto.
Sé Catedral
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Construída na segunda metade do Séc. XII em estilo românico e com semelhanças na Sé de Coimbra e nas estruturas religiosas normandas. Foi sendo gradualmente aumentada durante os séculos seguintes, tendo sofrido danos significativos com o terremoto. Foi reconstruída durante os dois séculos seguintes e reinaugurada em 1940.
Alfama
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Considerado o coração da cidade de Lisboa, é o mais antigo e um dos mais típicos bairros lisboetas, o turismo mistura-se com o tradicional neste carismático e genuíno bairro, de ruas íngremes e casas coloridas, tornando-o quase uma aldeia perdida no seio da agitação da capital.
Castelo de São Jorge
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Este castelo já foi reconstruído inúmeras vezes e teve diversos nomes desde a sua fundação no Séc I. a.C. tendo atingido um nível de ruína avançado no início do Séc. XX. Sofreu obras profundas de remodelação em 1940 que lhe deu a imponência atual. É o monumento mais visitado de Portugal.
Parque Eduardo VII
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É o maior parque do centro de Lisboa. O nome deriva da visita de Eduardo VII da Inglaterra, em 1902, a Portugal. Teria como objetivo ser um prolongamento verde da Avenida da Liberdade. Possui ainda uma estufa fria, uma estufa quente e um miradouro no topo do parque.
